domingo, 10 de novembro de 2024

O Caso Ufológico que Surpreendeu Sérgio Sacani

 por Celso Arruda - Jornaista - MBA




O jornalista Sérgio Sacani, conhecido por suas investigações sobre fenômenos paranormais, teve uma experiência que o deixou perplexo. Durante uma entrevista com um caminhoneiro do interior de Minas Gerais, o homem relatou um avistamento de um objeto voador não identificado (OVNI) e um contato com seres extraterrestres.

O caminhoneiro, um homem simples e sem muita instrução, descreveu com detalhes o encontro com os seres, que lhe disseram que voltariam a se encontrar em um futuro próximo. E, de fato, o encontro se repetiu várias vezes, sempre no mesmo local e na mesma data.

Sérgio Sacani ficou intrigado com a história e decidiu investigar mais a fundo. Ele entrevistou outras pessoas que haviam tido contato com o caminhoneiro e todas confirmaram sua versão dos fatos. Ele também analisou os desenhos que o caminhoneiro havia feito dos seres, que eram extremamente detalhados e precisos.

Sérgio Sacani concluiu que o caminhoneiro não estava mentindo e que havia realmente tido contato com seres extraterrestres. Ele acredita que esses seres estão tentando se comunicar com a humanidade, mas que ainda não sabemos como interpretá-los.

A história do caminhoneiro é um dos casos ufológicos mais intrigantes que Sérgio Sacani já investigou. Ela levanta questões importantes sobre a existência de vida extraterrestre e sobre a nossa relação com ela.


O caso do caminhoneiro é um exemplo de como a ciência e a espiritualidade podem se complementar. A ciência pode nos ajudar a entender o mundo físico, enquanto a espiritualidade pode nos ajudar a entender o mundo espiritual. Ambos são importantes para a nossa compreensão do universo.

sábado, 7 de outubro de 2023

Caso Roswell, um dos eventos mais misteriosos e controversos da história dos OVNIs.

por Celso de Arruda - Jornalista Digital - MBA 



Há muitos anos, em julho de 1947, na cidade de Roswell, Novo México, algo extraordinário aconteceu. Uma série de eventos desencadeou uma onda de mistério que ecoa até os dias de hoje. Tudo começou com o fazendeiro Mac Brazel, que encontrou destroços estranhos espalhados por sua propriedade.


Os destroços pareciam não pertencer a nenhum avião convencional. Brazel, curioso e preocupado com a segurança de sua família, coletou alguns dos destroços e os levou até a base aérea local, a Base Aérea de Roswell. Lá, os militares ficaram igualmente perplexos com o material. A notícia do incidente começou a se espalhar, e logo os rumores de um disco voador caído ganharam força.


Foi nesse momento que a Força Aérea dos Estados Unidos emitiu uma declaração inicial confirmando que havia recuperado um "disco voador". A notícia rapidamente chegou aos jornais, e o mundo inteiro estava em alvoroço com a ideia de uma nave alienígena caída na Terra. No entanto, poucos dias depois, a história deu uma reviravolta surpreendente.


A Força Aérea reclassificou o incidente como a queda de um "balão meteorológico", explicando que o material misterioso era, na verdade, parte de um projeto ultrassecreto chamado "Mogul". A explicação oficial acalmou muitas pessoas, mas também levantou suspeitas de encobrimento e censura.


Foi apenas décadas depois que surgiram depoimentos que contradiziam a versão oficial. Testemunhas afirmaram ter visto corpos não humanos no local do acidente e afirmaram que os militares fizeram um esforço hercúleo para abafar a verdade. A teoria dos conspiracionistas ganhou força, alimentando ainda mais o mistério.


Hoje, o Caso Roswell continua sendo um enigma envolto em teorias da conspiração, debates e controvérsias. As perguntas sobre o que realmente aconteceu naquele dia em julho de 1947 em Roswell permanecem sem resposta definitiva. Seria o incidente apenas um balão meteorológico, ou havia algo mais sinistro e misterioso ocorrendo? Somente o tempo e talvez a revelação de segredos ocultos poderão responder a essa pergunta. Até lá, o caso Roswell continua a ser um dos maiores mistérios do mundo dos OVNIs.

quarta-feira, 4 de outubro de 2023

Olivia Newton-John: Uma Vida de Sucesso e Resiliência

por Celso de Arruda - Jornalista - MBA 




Olivia Newton-John é uma das estrelas mais brilhantes da indústria do entretenimento, cuja vida é uma verdadeira lição de resiliência, talento e amor pela vida. Nascida em 26 de setembro de 1948, em Cambridge, Inglaterra, ela conquistou corações em todo o mundo com sua voz encantadora e atuação cativante.


Olivia começou sua carreira cedo, mostrando um talento natural para o canto e a atuação desde a infância. No entanto, foi sua mudança para a Austrália na adolescência que marcou o início de sua carreira internacional. Lá, ela lançou seu primeiro álbum, "If Not for You", em 1971, que rapidamente a colocou no cenário musical mundial. Com sua voz suave e cativante, ela conquistou um lugar especial no coração de milhões de fãs ao redor do globo.


Mas a vida de Olivia não foi apenas um conto de sucesso. Em 1992, ela foi diagnosticada com câncer de mama, uma batalha que ela travou com coragem e determinação. Sua disposição para compartilhar sua jornada de tratamento e sobrevivência inspirou muitos outros a enfrentar seus próprios desafios de saúde com esperança e positividade.


Além de sua carreira musical notável, Olivia também é conhecida por sua atuação no filme "Grease - Nos Tempos da Brilhantina" (Grease, 1978), onde interpretou o icônico papel de Sandy Olsson ao lado de John Travolta. O filme se tornou um clássico instantâneo e solidificou sua posição como uma das artistas mais talentosas de sua geração.


A paixão de Olivia pela música e pela arte se estendeu além das luzes da ribalta. Ela se envolveu em diversas causas filantrópicas, incluindo a arrecadação de fundos para pesquisa do câncer e o ativismo ambiental. Sua dedicação a essas causas reflete seu compromisso em usar sua fama e influência para fazer o bem no mundo.


A filosofia de vida de Olivia Newton-John é melhor resumida pela citação de Mahatma Gandhi: "Você deve ser a mudança que deseja ver no mundo." Olivia, ao enfrentar suas próprias lutas pessoais e ao dedicar sua vida a causas nobres, personifica essa citação. Ela não apenas buscou o sucesso e a fama, mas também usou sua plataforma para criar um impacto positivo na sociedade.


A vida de Olivia Newton-John é uma prova de que a resiliência, a paixão e o compromisso com o bem podem superar os desafios mais difíceis. Sua jornada nos lembra que o sucesso não é apenas medido em prêmios e reconhecimento, mas também em como usamos nossa posição para fazer a diferença na vida das pessoas e no mundo como um todo.


Em resumo, Olivia Newton-John é uma artista talentosa e uma pessoa inspiradora, cuja vida e carreira nos ensinam que a verdadeira grandeza está em como usamos nosso sucesso para impactar positivamente o mundo ao nosso redor.


Olivia Newton-John é uma cantora talentosa com uma extensa discografia que abrange várias décadas. Abaixo, está uma lista de alguns de seus álbuns de estúdio mais notáveis:

  1. If Not for You (1971)
  2. Olivia (1972)
  3. Music Makes My Day (1973)
  4. Long Live Love (1974)
  5. Have You Never Been Mellow (1975)
  6. Clearly Love (1975)
  7. Come on Over (1976)
  8. Don't Stop Believin' (1976)
  9. Making a Good Thing Better (1977)
  10. Totally Hot (1978)
  11. Xanadu (com a trilha sonora do filme, 1980)
  12. Physical (1981)
  13. Soul Kiss (1985)
  14. The Rumour (1988)
  15. Warm and Tender (1989)
  16. Back to Basics: The Essential Collection 1971–1992 (1992)
  17. Gaia: One Woman's Journey (1994)
  18. Back with a Heart (1998)
  19. (2) (2002)
  20. Indigo: Women of Song (2004)
  21. Grace and Gratitude (2006)
  22. A Celebration in Song (2008)
  23. Christmas Wish (2007)
  24. Hotel Sessions (2016)

Esta lista inclui apenas alguns dos álbuns mais proeminentes de Olivia Newton-John ao longo de sua carreira. Ela também lançou álbuns ao vivo, coletâneas e trilhas sonoras de filmes, entre outros projetos musicais. Sua versatilidade e talento ao longo dos anos a tornaram uma das artistas mais amadas e duradouras da indústria musical.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

A Batalha de Los Angeles


Na noite de 24 de fevereiro de 1942, vários moradores de Los Angeles ficaram espantados quando viram estranhos objetos lvoadores uminosos pairando sobre os céus da cidade, o que provocou pânico e medo.



 A histeria foi geral, e muitas ligações foram feitas para os serviços de emergência. Pouco tempo depois a cidade de Los Angeles foi tomada por tropas militares, sendo que o comando geral ordenou que fosse efetuado um “apagão geral” na cidade, com o objetivo de tentar facilitar a localização e identificação dos misteriosos objetos voadores.
 Segundo a Aeronáutica, os objetos se locomoviam a em torno de 300 km/h. Em seguida, a Brigada de Artilharia da Marinha posicionou suas armas (canhões anti-aéreos cuja munição são cargas explosivas de 6kg) e começaram a meter chumbo grosso nos objetos. Mais de 1400 tiros foram disparados, e apesar disso os objetos voadores não foram abatidos e nem tão pouco danificados. Cinco pessoas morreram de ataques cardíacos durante o drama, e vários carros e prédios foram danificados pela munição anti-aérea que eventualmente caiu na cidade abaixo. Manchete do "Los Angeles Examiner" comentando sobre a fantástica "Batalha Aéres em Los Angeles" No dia seguinte as afirmações das autoridades foram conflitantes. Alguns alegaram não ter havido nada, além de um “alarme falso provocado pelo nervosismo da guerra”, sem comentar nada sobre a identidade dos misteriosos objetos voadores. Outros falaram que eram balões japoneses, sem explicar como é que balões se movimentariam a 300 km por hora e não foram derrubados pela pesada artilharia anti-aérea disparada. Após mais alguns comentários sem nexo, os militares decidiram que a desculpa oficial seria que os objetos eram aeronaves japonesas designadas para sobrevoar o céu de Los Angeles, com o objetivo de causar medo em solo americano e abaixar a moral do país. Bom, sobre a parte de causar medo, eles acertaram. O que continuou não fazendo sentido é como é que os tais aviões sobreviveriam várias horas de bombardeamento pesado sem fazer manobras evasivas de qualquer tipo, permanecendo em suas posições. Questionado sobre o incidente e, em nota, o governo japonês negou qualquer tipo de envolvimento com o misterioso acontecimento ocorrido, e mantém sua posição até dos dias de hoje. Esse incrível caso ficou registrado na história Ufológica mundial e suas repercussões foram tão grandes, que até foi feito um filme com base nesse fato, chamado de “A Batalha de Los Angeles”.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Russa guardou um alienígena na geladeira por dois anos




Se os alienígenas estão realmente chegando, essa última foto parece confirmar que o primeiro “porto” na Terra vai ser a Rússia.
Depois de outras notícias de vida extraterrestre aparecerem na Sibéria, a mais fresca é a de uma mulher russa que afirma ter guardado um corpo alienígena no freezer.
A misteriosa forma de vida foi mantida por Marta Yegorovnam, na cidade russa de Petrozavodsk, durante dois anos. Nesse período, ela tirou cinco fotos para provar sua existência.
De acordo com Yegorovnam, o “corpo”, que já é o terceiro aviso de vida alienígena no país nos últimos meses, foi recolhido de uma queda de um objeto não identificado, perto de sua casa, em 2009.
Ela afirma ter se aproximado do amontoado de metal em chamas, que ela descreveu como “insuportavelmente quente”, e avistado o alienígena morto.
A “criatura” tem cerca de 60 centímetros, uma cabeça enorme, grande olhos esbugalhados e aparência de algo entre um peixe e um humanoide. Ela possuí também algo que parece com um fino braço saindo do corpo.
Naturalmente, Yegorovnam fez o que a maioria das pessoas fariam nessa situação: guardou o alien no freezer por dois anos.
De acordo com o site Unexplained Mysteries, dois homens foram até sua casa alguns dias atrás e confiscaram o corpo para investigação, dizendo ser parte do Centro de Pesquisa Karelian, da Academia Russa de Ciências.
As fotos foram localizadas pelo escritor e especialista paranormal Michael Cohen.
Ele afirma que “isso podia ser uma farsa elaborada, mas a possibilidade de que seja um alienígena genuíno não pode ser descartada”.
A Rússia tem grande atividade de UFOs, e possíveis naves alienígenas já foram avistadas por agências militares e civis.
A última notícia russa veio após uma filmagem em agosto, na remota região siberiana Irkutsk, que mostrava uma estranha nave brilhante e cinco aliens andando na neve.
Em abril, dois estudantes que afirmaram ter recuperado um corpo alienígena de um acidente admitiram que a criatura era na verdade feita de pão.
Timur Hilall, de 18 anos, e Kirill Vlasov, 19, fizeram o vídeo que mostrava os pedaços do alienígena congelado na neve, também em Irkutsk.
Os dois foram questionados pela polícia sobre sua “descoberta espacial” , e assumiram a farsa – mas não antes da criação ter virado um sucesso virtual, com quase 700 mil visualizações no YouTube.[DailyMail]

domingo, 14 de fevereiro de 2016

O “MARTELO DE LONDRES” é realmente um martelo com mais de 100 milhões de anos?

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Em 1934, perto da cidade de Londres, no Texas, foi feita uma descoberta peculiar: um embutido na rocha que datam mais de 100 milhões de anos atrás martelo. É um enigma que continua a fascinar e dividir pesquisadores. Mas é realmente possível que um martelo pode ter existido milhões de anos antes dos seres humanos? E se assim for, que deixou lá?
Em junho de 1936 (ou 1934, de acordo com algumas versões da história), Max Hahn (1897-1989) e sua esposa Emma estavam andando Red Creek, perto de sua casa em Londres (Texas, EUA), quando viram um pequeno pedaço de rocha com um pedaço de madeira que se projetava a partir do interior.
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Red Creek, em Londres. Onde foi encontrado o objeto.
Intrigado com o objeto, o casal decidiu deixá-lo intacto até 1946, quando seu filho George decidiu esmagar a rocha para inspecionar seu interior.
A quebra da rocha revelou um objeto que tinha o ar de ser um martelo com uma cabeça de metal. Como George Hahn referiram o mesmo, a cabeça do martelo mostrou sinais mínimos de oxidação, que era macia ao toque e coberta com um tipo de revestimento castanho fóssil. A forma da cabeça é substancialmente rectangular e a pega parece ser composto de madeira mineralizada.
É claro, que deixou perplexos os examinadores era que o calcário na qual foi incorporado o martelo era uma formação geológica do Cretáceo (100 milhões de anos), o que contradiz o calendário muito sem vergonha padrões evolutivos.
Análise de artefatos impossível
O martelo foi comprado em 1983 por Carl E. Baugh, um pesquisador independente em busca de anomalias geológicas, que cunhou o nome “London Artifact”. A suposta martelo foi apresentado ao público por Baugh em 1986, em uma conferência de imprensa realizada em Pittsburgh, Pensilvânia, EUA ..
Em uma conferência posterior, que foi realizada no Evidence Creation Museum (Evidence Creation Museum), que ele fundou em Texas, Baugh apresentados os resultados das análises da cabeça do martelo no laboratório Battelle em Columbus, Ohio, um laboratório que testou as rochas lunares da NASA.
Os testes mostram que a cabeça do martelo de metal parece ser composto por 96,6% de ferro, 2,6% de cloro, 0,74% de enxofre, e qualquer vestígio de carbono. É muito invulgar para o composto de metal, uma vez que a utilização de carbono serve para reforçar o ferro quebradiço. Além disso, é particularmente invulgar presença de cloro.
A densidade de ferro mostra martelo no interior do metal é muito pura, sem bolhas de ar. A indústria moderna não pode sempre produzir peças de ferro fundido com esta qualidade. A densidade é de cerca de 10% mais elevado perto da superfície. O metal apresenta um elevado grau de refinamento.
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Nesta representação, os corantes são utilizados para indicar a densidade de uma região em particular. As áreas claras são mais densas, e áreas escuras são menos densos.
Além disso, parece ser revestidos com uma película de óxido de ferro, que é formado apenas em condições naturais e capaz de impedir o progresso da oxidação.
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Um pequeno pedaço de remoção de metal de um dos bordos laterais, em 1934, e manteve-se isento de corrosão a partir dos anos sessenta e uma vez que o artefacto foi descoberto.
Glen J. Kuban, cético quanto à autenticidade do artefato, em 1997, escreveu um artigo intitulado “O martelo em Londres: um curso fora do lugar artefato” que põe em causa os resultados dos testes. De acordo com o Kuban, mesmo que a pedra ao redor do artefato contém minerais que são mais velhos de 100 milhões de anos, esta não significa que o rock formada em torno do metal é tão velho. Calcário fato poderia facilmente ter derretido e, em seguida, solidificou em torno do martelo novamente.
Opinião Kuban, pelo menos, admite que o artefato é autêntico, mas opõe-se a antiguidade. Mas Baugh não desista. Em seu site, na verdade, pesquisador independente observa que os fósseis na rocha que cercam o martelo reter detalhes finos, o que indica que não foram modificados, mas fazem parte da linha original: “Isto sugere que fósseis e o martelo são o mesmo período de tempo. ”
Kuban respondeu, referindo-se a datação por radiocarbono realizada em 1990 sobre a cabeça do martelo, mostrando que o martelo pode ser alguns anos, até 700 anos. Mas David Lines, um torcedor de Baugh, disse que os resultados não são conclusivos porque o metal poderia ter sido contaminado por substâncias orgânicas mais recentes.
Fabricado com técnicas de metalurgia avançada
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Em geral, a verdadeira química, sem trabalho de aço é muito flexível. A determinada estrutura e sugere que este aço duro foi fabricado pela tecnologia sofisticada. Qualquer pessoa com o mínimo conhecimento de fabricação de aço sabe que cada processo siderúrgico moderno leva inevitavelmente a impurezas de carbono ou silício. Enfatizo a palavra inevitável. A produção de aço sem essas impurezas é simplesmente impensável.
Existem outros ingredientes conhecidos utilizados para a refinação, tais como cobre, titânio, manganês, cobalto, ou molibdénio, vanádio, tungsténio ou níquel, que podem ter sido rastreadas no objecto. Atualmente empregam estes e outros elementos na produção de aço para obter diferentes propriedades necessárias para os diferentes campos de aplicação.
Além disso, a quantidade de cloro no martelo fóssil é impressionante. O cloro não desempenha nenhum papel na siderurgia moderna. Não é usado no nosso tempo, de modo que é impossível produzir aço de alta qualidade do tipo encontrado nos métodos de fabrico hoje martelo.
Isso nos leva à questão; Quem fez este martelo e quando? Com base no ponto de vista da investigação científica e aceite, é impossível ter este martelo, muito menos tem sido feito. Por estas razões, esta fora de questão que o martelo pode ser uma farsa.
O mesmo é mostrado em relação à pega martelo. A alça é agora um cristal muito difícil petrificado com uma estrutura intacta. Foi possível determinar que o interior da alça de carbono tornou-se parcialmente poroso. Não há maneira de explicar cientificamente esta combinação de carbonização e petrificação. Apesar de todas as nossas habilidades técnicas modernas, nunca foi possível produzir madeira petrificada com o interior de carbono poroso.
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Você pode ver uma pequena área escura onde a madeira se transformou em parte do carvão vegetal. A extremidade visível do punho da cabeça do martelo, parece ter sido serrado.
Dois materiais irrefutáveis ​​para as quais não temos explicação científica, combinados em uma única ferramenta.
em conclusão
Muitos pesquisadores concluem, a partir da evidência, que esta ferramenta é de pelo menos 100 milhões de anos atrás – quando os grandes dinossauros viviam na Terra. No entanto, as autoridades científicas tradicionais oficiais dizem que os seres humanos capazes de fazer ferramentas de alta qualidade uma vez que havia apenas alguns milhares de anos atrás. Então, quem poderia ter feito a martelo com técnicas de metalurgia complexas num momento em que a ciência como não havia nem mesmo humano?
Poderia o martelo ter pertencido a um mineiro de uma civilização de 100 milhões de anos atrás, que nenhum registro? É muito mais antiga do que os nossos livros de história nos dizem ortodoxos humanidade realmente milhões de anos? Talvez no passado distante, houve uma grande civilização, a mais avançada, a metalurgia e tecnologia superou nossa. Este martelo é apenas uma lembrança de uma civilização próspera que a história esqueceu

O Desaparecimento dos esqueletos de raça antiga de gigantes que governaram a AMERICA

O Desaparecimento dos esqueletos da antiga raça de gigantes que governou América
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Há descobertas que, por razões não totalmente claras, são armazenados no esquecimento do conhecimento humano. Esses achados podem lançar luz sobre o passado distante da humanidade, no entanto, estão envoltas em névoa e com muitas linhas de tempo conflitantes.
A história a seguir parece acrescentar uma importante teoria de que, em um tempo remoto, uma raça de homens gigantes habitavam o elemento Terra. A história peculiar que ocorreu há um século, uma história que, por um lado, confirma a existência de gigantes e, por outro lado, poderia corroer o sentimento de muitos, segundo a qual não seria proibido arqueologia que apresentar a descoberta desconfortável que poderia revelar humanidade a verdadeira história de sua evolução.
Em maio 1912 uma equipe de arqueólogos da Beloit College nos EUA, em uma escavação realizada no Lago Delavan em Wisconsin, trouxe para a vida de mais de duzentos montes efígie foram consideradas – como um exemplo clássico da cultura Woodland, uma cultura pré-histórica que o namoro americana de volta para o primeiro milênio aC acreditava.
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Diferentes estilos de montes de cerimonial, sepultamento ou fins residenciais na América do Norte foram encontrados escondidos em si um segredo gigante.
Mas o que surpreendeu alguns pesquisadores foi a descoberta de 18 esqueletos de enorme tamanho e crânios alongados, descobriu que não se encaixava em tudo com as noções clássicas contidas nos livros didáticos. Os esqueletos foram realmente enorme e, apesar de terem características humanas, não poderia pertencer a seres humanos normais.
A notícia foi amplamente divulgado e causou um rebuliço, tanto assim que o New York Times relatou a notícia em suas páginas. Talvez, naquela época, havia mais liberdade e menos medo da descoberta que pode mudar as crenças científicas bem estabelecidas com base apenas em teorias. Assim, escreve o colunista do New York Times publicada 04 de maio de 1912.
“A descoberta de vários esqueletos humanos enquanto eles escavaba uma colina no Lago Delevan indica que uma raça de homens, até então desconhecida, uma vez que eu vivo no sul do Wisconsin. […]. Heads, presumivelmente desses homens são muito mais maior do que a cabeça de qualquer raça que habitam a América hoje.
O crânio parece esticar para trás imediatamente acima das órbitas oculares e ossos salientes nariz bem acima das maçãs do rosto. As mandíbulas parecem ser longo e pontudo […]. ”
– New York Times de 1912.
A descrição dos crânios fornecidos pelo New York Times, que lembra a forma de esqueletos pertencentes à descoberta recentemente em um local de enterro antigo no México, com a diferença de que estamos lidando com indivíduos maiores de três metros. Quem eram eles, e por que não há vestígios na história oficial nos foi ensinado na escola?
São esses gigantes humanos viveram no nosso planeta, e em qualquer caso, pertencer à raça humana? Isso pode ser um antigo povoado de seres humanos antigos, sobreviventes da tragédia da Atlântida? Ou, eles eram seres de outros mundos que corrobora a teoria de antigos astronautas? É difícil dizer.
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  Os esqueletos falta da antiga raça de gigantes que governou América
Várias descobertas de uma raça de gigantes foram relatados na América do Norte. Eles parecem ter sido de recursos enormes, ruivas, e muitas vezes têm alongado crânios, talvez até chifres.
150 anos de descobertas
Estes esqueletos de gigante Lake Delevan não eram novas em arqueologia americana. Urgando nas barras laterais de jornais locais, parece que a constatação de Wisconsin é apenas uma das dezenas de achados semelhantes notificados por jornais locais. O primeiro arquivo de notícias remonta a 1856 relatado em um artigo datado de 21 de Novembro do mesmo New York Times.
“Um par de dias atrás, alguns trabalhadores encontraram no porão do xerife Wickan vinha em East Wheeling, Illinois, um esqueleto humano. Algo em ruínas, foi difícil identificar a posição dos ossos, o que parece ser longa corpo humano normal em sua posição original. coisa que impressionou o xerife e os trabalhadores eram do tamanho do esqueleto, o que equivale a cerca de 11 pés (12 pés)! sua mandíbula e dentes grandes quase como um cavalo “.
– New York Times de 1856.
12 anos depois, em 1868, no dia de Natal, o NYT dá outras notícias de gigantes. Alguns trabalhadores Sank rápida Água Power Company está envolvida nas escavações para a construção de uma represa para criação de energia hidroeléctrica ao longo do rio Mississippi. Durante o trabalho, os trabalhadores desenterraram os restos de um esqueleto humano embutido em uma rocha de granito gigante.
“A sepultura foi de cerca de 3,6 metros de comprimento, 1,2 metros de largura e 1 metro de profundidade. Resíduos humanos gigantes são completamente petrificada da. Cabeça é enorme, mede 80 pés de circunferência, mas com uma testa muito baixo, e muito plana na parte superior. altura total do misterioso indivíduo é igual a cerca de 3 metros 40 centímetros. ”
– New York Times de 1868.
Em 8 de setembro de 1871, o New York Times relata a notícia de outros esqueletos gigantes descobertos durante os trabalhos de escavação em Petersburg, Virginia.
“Os trabalhadores que participam na obra da ferrovia, encontrou um túmulo contendo os esqueletos dos quais acredita-se eram nativos americanos de uma época passada e uma raça perdida e esquecida. Os corpos exumados foram estranha formação e notável. […]. fêmur é muito mais longa do que a dos seres humanos normais, a altura do corpo é provavelmente tão grande quanto 2,5 metros e 3 metros. ”
– New York Times de 1871.
A 10 de agosto de 1880, o artigo mencionado NYT informações Harrisburg (Penn) Telegraph, que mostra um trecho de um relatório elaborado em 24 de maio de 1798 pelo juiz Atlee siguendo uma descoberta estranha.
“… Continuamos em Hanover, em companhia do chefe McKean, o juiz Bryan, Mr. Burd, e outros senhores respeitáveis ​​foi para a propriedade do Sr. Neese, em que foram mostradas no lugar perto de sua casa há alguns anos em que dois esqueletos humanos foram encontrados. esqueletos tinha cerca de 2,5 metros de comprimento “.
– New York Times, 1880.
A 25 de maio de 1882 NYT relata a notícia de uma descoberta, em St. Paul, Minnesota.
“A dimensões heróicas singulares esqueleto e foi descoberto durante a escavação de uma colina no Vale do Rio Vermelho. [….] ‘S Crânio em questão foi o único perfeito, e foi encontrado alguns ossos perto de seu corpo. anormalmente grande. ele trouxe o homem era claramente um gigante “.
– New York Times de 1882.
A 20 de dezembro de 1897, o New York Times informa que a primeira descoberta do gigante que teve lugar em Wisconsin, perto de Maple Creek. O esqueleto de um homem gigante, três colinas funerárias, uma das quais foi aberta, revelando a misteriosa e seu conteúdo foram descobertos. A estatura de ser era quase três metros, e sua condição quase perfeita.
Em 11 fevereiro de 1902 uma notícia expedição arqueológica mostrado em um site, no Novo México, onde alguns esqueletos humanos gigantes foram encontrados.
“Por causa da descoberta dos restos de uma raça de gigantes em Guadalupe, antiquários e arqueólogos estão a preparar uma nova expedição para explorar a região. Esta determinação é baseada na emoção entre as pessoas de uma área do país, perto Mesa Rico, cerca de 200 km ao sudeste de Las Vegas, onde ele descobriu um antigo cemitério que tem esqueletos de enormes dimensões.
Luiciana Quintana, em cujo rancho do lote do antigo cemitério está localizado, descobriu duas pedras com inscrições curiosas, e abaixo deles foram encontrados nas escavações ossos rasas de um quadro que não poderia ter sido pelo menos 3, 6 metros de comprimento. Os homens que abriram o túmulo dizer o antebraço foi de 1,2 metros de comprimento e uma mandíbula bem conservada dentes inferiores que vão desde o tamanho de uma noz ao do maior tamanho de uma noz.
Quintana, que descobriu muitos outros locais de sepultamento, expressou a opinião de que talvez milhares de esqueletos de uma raça de gigantes estão extintos há muito tempo. Esta suposição baseia-se nas tradições legadas pela invasão espanhola no início que têm conhecimento detalhado da existência de uma raça de gigantes que habitavam as planícies do que é hoje a leste do Novo México. Lendas indígenas e também esculpida na mesma seção indicam a existência de uma tal raça.
– New York Times de 1902.
Mas o New York Times é o único papel que eu lidar com os gigantes. Alguns jornais noticiaram a notícia dos gigantes do século como o Sol, 1893, New Age Revista em 1913, Popular Science, em 1932, o San Antonio Express 1940.
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  Os esqueletos falta da antiga raça de gigantes que governou América
James Vieira, um pesquisador independente, quase vinte anos atrás, antes do advento da Internet, compilados milhares de referências e relatos da imprensa sobre as conclusões dos gigantes, profunda nos arquivos do New York Times, Smithsonian Etnologia relatórios, American Antiquarian e Scientific American, achando que a maior parte desses resultados é praticamente escondido do público.
Descobertas notáveis ​​Vieira, há uma foto descoberto em arquivos dos Etnológicas Relatórios Smithsonian, tiradas durante a palestra do prof. McGee, que é um esqueleto de estatura gigantesca de cerca de 2,5 metros de altura, e depois foi vendido para o Smithsonian Institution.
O gigante foi encontrado em uma caverna perto de San Diego, Califórnia, por um grupo de garimpeiros, de acordo com o expositor. Na cabeça, havia restos de uma capa de couro que pareciam ter sido parte de uma mortalha. O corpo magro alongado estava em uma grande caixão estreito um metro de comprimento. Um pedaço de pele seca e retirou gigante quando testados no laboratório químico do Smithsonian concluiu que era feito de gelatina. Expositores enganados concordou em vender por cerca de R $ 500 por Instituto Smithsonian depois que perderam comprar com cuidado.
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  Os esqueletos falta da antiga raça de gigantes que governou América
Professor McGee Smithsonian mostrado à esquerda do gigante, acompanhado do expositor para a direita que era perfeitamente inocente de fraude.
O gigante chamado San Diego pertencem à chamada cultura de Mounds Builders (literalmente Mound Builders), um antigo povo da América do Norte, que viveu cerca de 5.000 anos atrás, durante um período anterior da história do Antigo Egito e todas as suas dinastias.
De acordo com os teóricos da conspiração, o Smithsonian Institution adquiriu os esqueletos com a intenção de evitar o conhecimento público. Mas porquê? Por que deveria ser uma enorme cover-up de todas essas descobertas?
De acordo com Vieira, o raciocínio é muito simples: a necessidade de manter e validar a teoria da evolução de Darwin, que explica muito bem a evolução normal de todos os seres vivos, incluindo os humanos, a partir de formas simples para formas mais complexo.
O problema é que estes esqueletos, em relação a seres humanos, no entanto, mostram uma regressão, uma vez que a complexidade de gigante fóssil encontrado é particularmente evidente. Como colocar esses gigantes humanos na escala da evolução humana? Isso pode ser motivação suficiente para eliminar os artefatos que poderiam lançar luz sobre o passado distante do homem?
Segundo os teóricos moradores Humanos das míticas gigantes famosos Atlantis antigos também foram mencionados na Bíblia, como Sansão e Golias. Alguns sobreviventes da destruição da antiga civilização da Atlântida poderiam, então, criaram a base para a criação de nossa espécie e de nossa civilização. Talvez esta seja a história que quero manter escondido Por quê? Talvez por isso que o evento catastrófico que destruiu Atlântida poderia nos destruir, mais cedo ou mais tarde, também?
Em última análise, há aqueles que supõem que os esqueletos gigantes pertencem à espécie humana, são os corpos dos Astronautas antigos que habitaram o nosso planeta. Neste sentido, a tampa seria atribuível a uma estratégia mais ampla que você quer esconder a existência de extraterrestres para a humanidade. No entanto, um dos gigantes, como a Atlantis, por um motivo ou outro, continua a ser um tabu para a comunidade científica.